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Na mira do Crescimento



O Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) tem como objetivo elevar a participação das regiões do norte mineiro e os vales do Jequitinhonha, Mucuri e Vale do Rio Doce no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de 13,3% para o intervalo de 13,58% e 14%, até 2011. A meta é atrair, por ano, pelo menos R$ 1,34 bilhão de investimentos privados, para gerar mais emprego e elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

O Norte mineiro e os vales do Jequitinhonha, Mucuri e do Rio Doce estão no centro das atenções. Estudos do (INDI) confirmaram grande potencial para exploração de minério nas cidades de Rio Pardo de Minas, Grão Mogol, Porteirinha e Salinas.

O Norte de MG será pólo de mineração. O levantamento já despertou o interesse de grandes empresas. De acordo com o diretor da Unidade Administrativa e Financeira do Indi, Jamil Habib Curi, só um único projeto prevê investimentos de R$ 2,4 bilhões. "Este negócio vai gerar cerca de 3.000 empregos diretos na região", anuncia Curi. Saiba mais...

Um novo Megacomplexo industrial no Vale do Rio Doce




A Aracruz Celulose vai instalar seu novo megacomplexo industrial em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, com investimentos estimados de US$ 5 bilhões em 15 anos.
Recebido pelo Executivo municipal como a redenção do Vale do Rio Doce, o novo complexo industrial da Aracruz Celulose, deverá gerar 10 mil empregos. “Com a fábrica pronta, serão 3,5 mil postos de trabalho diretos e 40 empresas agregadas”, afirma Pereira. A vinda do complexo industrial da Aracruz para Governador Valadares muda o perfil do Vale do Rio Doce, onde, até agora, a principal atividade econômica era a pecuária”, observa o prefeito em exercício. Veja mais detalhes...

Em todas as publicações postadas aqui, chamo a sua atenção, de forma grifada, para os números, os valores. A quantidade de emprego que etá sendo gerado ou serão gerados nos próximos anos e o tamanho do desenvolvimento pra nossa região, isso é o que importa realmente.

13 Centrais Hidrelétricas em Minas Gerais



Mais um salto para o crescimento de sua capacidade de geração energética com a instalação de 13 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).
O acordo, firmado entre o Governo de Minas Gerais e as empresas
Omega Energia Renovável e Hidrotérmica, prevê investimentos de R$ 970 milhões em fonte de energia renovável, limpa e sustentável.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, "a iniciativa privada, assim, está dando a sua contribuição ao programa Minas PCH, criado pelo Governo de Minas e executado pela Cemig e parceiros e que prevê investimentos de R$ 2 bilhões para equilibrar o crescimento da oferta e do consumo de energia elétrica, insumo essencial ao desenvolvimento”.

Minas Gerais é hoje o Estado com maior número de PCHs do Brasil. Existem 335 pontos potenciais para exploração de pequenas centrais hidrelétricas, o que poderá resultar num incremento de mais de três mil megawatts à disponibilidade de energia do Estado.

Os consumidores da energia gerada pelas PCHs serão beneficiados pela garantia de fornecimento e redução de tarifa e poderão, também, desfrutar das vantagens de consumirem energia de fontes renováveis.

A primeira pequena central hidrelétrica a entrar em operação pelo Programa Minas PCH é a de Cachoeirão, instalada no Leste mineiro, no rio Manhuaçu, com capacidade de 27 MW de potência, energia suficiente para iluminar uma cidade de até 50 mil habitantes. O investimento totalizou R$ 104 milhões e foi construída pelo consórcio formado pela Cemig (com 49% de participação) e a Santa Maria Energética (51%).

Mais quatro PCHs, todas no Leste de Minas, já aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), encontram-se na fase de cotação de obras civis e equipamentos eletromecânicos, também com memorando de entendimentos assinados: Senhora do Porto, Dores de Guanhães, Jacaré e Fortuna II, que, juntas, acrescentarão 42 MW ao sistema elétrico.

A Cemig assinou, ainda, memorando de entendimento para a construção de mais seis PCHs,totalizando 158 MW. Outras 22 pequenas centrais hidrelétricas estão cadastradas no Programa e juntas somam 329 MW de potência instalada.

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